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Ídolo na Hungria, Eduarda Amorim, a Duda, quer casa cheia no Mundial

Armadora quer conquistar no Brasil reconhecimento que tem na Europa

Eduarda Amorim, a Duda

Santo André (SP) - Idolatrada na Hungria, onde joga desde 2009 no Györi Audieto KC, Eduarda Amorim, a Duda, armadora-esquerda da Seleção Feminina de Handebol, quer ver o Ginásio do Ibirapuera lotado pela torcida brasileira durante o Mundial Feminino, que será disputado em São Paulo entre os dias 2 e 18 de dezembro. Seu sonho é reviver em terras brasileiras o clima de euforia que está acostumada a saborear em solo europeu.

"Tomara que os torcedores compareçam para nos apoiar. A atmosfera de jogar no Brasil é legal e deve ser ainda melhor no Mundial. Será muito especial atuar aqui. Sabemos que a cobrança será grande, mas estamos nos preparando para isso", disse Duda, com a experiência de já ter disputado uma competição grande no País: os Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio.

Realizada profissionalmente, a atleta de 25 anos conta que, na Europa, diferentemente do Brasil, a torcida a reconhece fora dos ginásios. "Lá, as pessoas conhecem mais o handebol. Na rua, no mercado, as pessoas te reconhecem, é bacana. O ginásio está sempre cheio e a  estrutura para treinar é boa. Estou muito feliz."

Duda iniciou a sua trajetória no handebol em Blumenau (SC), sua cidade natal. Aos 12 anos, começou a jogar no Colégio Barão do Rio Branco, e a inspiração estava dentro da própria casa. "Minha irmã (Ana Amorim) chegou à Seleção Brasileira e disputou as Olimpíadas de Atenas. Eu me empolguei e comecei a treinar."

De 1998 a 2001, Duda atuou no Blumenau. Em 2002, foi para São Paulo, onde defendeu a Metodista (2002 e 2004, ao lado da irmã) e São Caetano (2004 a 2006). Nesse período, passou pela base da Seleção Brasileira, onde se destacou. E o assédio europeu veio na sequência. Em 2006, ela foi para o Gjorce Petrov Kometal, da Macedônia, onde sua irmã jogava há dois anos. Depois de disputar as Olimpíadas de Pequim, na China, em 2008, ela se mudou no ano seguinte para o Györi, da Hungria, onde está até hoje.

Para chegar a esse patamar profissional, a catarinense teve de superar muitas dificuldades. "O que pesa mais é a saudade, ficar longe dos amigos e se adaptar a uma cultura totalmente diferente. Mas estou seguindo o meu sonho e isso supera as dificuldades", disse.

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